
A ilha da Madeira tem um relevo único e peculiar.A acção da água das chuvas e do mar, foram preponderantes no moldar o relevo das ilhas.
As enxurradas, quando acompanhadas de derrocadas ao fazerem barragem às anteriores nos cursos de água (ribeiros e ribeiras), determinam a subida do nível freático, que ao entrarem em rotura ou em colapso, transformam-se num fluxo aquoso detrítico em movimento de dimensões consideráveis. Este fluxo, aliado ao declive acentuado da orografia da Ilha da Madeira (declives entre 30 a 40%, a montante, e 04 a 10%, a jusante), atinge velocidade e energia tal que transborda dos leitos, inunda e deposita nas cotas mais baixas o material detrítico transportado, caracterizando-se numa aluviã.
Do meu ponto de vista, o problema não é só devido ao clima, é fácil responsabilizar os elementos da natureza. Acho que o mal planeamento urbanístico, nomeadamente as construções nos leitos das ribeiras, reflete as consequências mais nefásticas da força da natureza.
Infelismente o número de mortes do desastre da ilha e de 42, mas e de suspeitar que possam ser muito mais devido, aos entulho, pedras e lamas por remover.
Esta situação exige uma solidariedade nacional de todos os portugueses no sentido minimizar o sofrimente e reestabelecer da melhor forma possível a pérolas do atlântico.
As enxurradas, quando acompanhadas de derrocadas ao fazerem barragem às anteriores nos cursos de água (ribeiros e ribeiras), determinam a subida do nível freático, que ao entrarem em rotura ou em colapso, transformam-se num fluxo aquoso detrítico em movimento de dimensões consideráveis. Este fluxo, aliado ao declive acentuado da orografia da Ilha da Madeira (declives entre 30 a 40%, a montante, e 04 a 10%, a jusante), atinge velocidade e energia tal que transborda dos leitos, inunda e deposita nas cotas mais baixas o material detrítico transportado, caracterizando-se numa aluviã.
Do meu ponto de vista, o problema não é só devido ao clima, é fácil responsabilizar os elementos da natureza. Acho que o mal planeamento urbanístico, nomeadamente as construções nos leitos das ribeiras, reflete as consequências mais nefásticas da força da natureza.
Infelismente o número de mortes do desastre da ilha e de 42, mas e de suspeitar que possam ser muito mais devido, aos entulho, pedras e lamas por remover.
Esta situação exige uma solidariedade nacional de todos os portugueses no sentido minimizar o sofrimente e reestabelecer da melhor forma possível a pérolas do atlântico.

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